[SD-FORUM-LAT] 91S RE: CDI profilactico en Miocardiopatia Hipertrofica Idiopatica asimétrica no obstructiva? - CDI profilático e miocardiopatia hipertrófica assimétrica não obstrutiva? Dr. Rondon

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Lun Oct 23 23:04:52 ART 2006


Español - Portugués

Español

Cesar .

                 En estratificación de riesgo para pacientes con MH  
no obstructiva
como tu muy bien interrogaste :

             La ausencia de muerte súbita familiar
             La ausencia de evidencias de arritmia ventricular  
maligna en Holter o EP lab
             La ausencia de potenciales tardíos en el estudio de  
señales promediadas
             Función del VI conservada
             Ausencia de gradiente IV
             CF I

descarta hasta cierto punto el riesgo de MSC en este tipo de  
población .... ahora bien
lo que hay que intentar es que la paciente entienda que debe tomar su  
tratamiento de
manera ordenada .- Un intento importante es buscar potenciales  
fraccionados y verificar
posibilidad de aislamiento , por ablación con sistema Ensite de las  
venas pulmonares
para disminuir aún mas el riesgo de eventos rápidos de FA ....

             Saludos

     Mauricio Rondón

-----------------------------------

Portugués

Cesar .

                 A estratificação de risco de pacientes com MH
não obstrutiva
como você me interrogou muito bem:

             A ausência de morte súbita familiar
             A ausência de evidências de arritmia ventricular
maligna no Holter ou laboratório de EEF
             A ausência de potenciais tardios no ECGAR
             Função do VE conservada
             Ausência de gradiente IV
             CF I

descartam até certo ponto o risco de MCS neste tipo de população....  
agora bem o que tem que pretender é que o paciente entenda que deve  
tomar seu tratamento de maneira ordenada. - Um importante pretensão é  
buscar potenciais fracionados e verificar a possibilidade de ablação  
com sistema Insite das veias pulmonares para diminuir ainda mais o  
risco de eventos rápidos de FA...

         Saudações

     Mauricio Rondón



>
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> Español
>
> Respetables asistentes a este estupendo simposium en internet. Deseo
> plantearles el caso de una paciente femenina de 50 años de edad, con
> primer episodio (hace 3 años) de Fibrilacion auricular paroxistica   
> con
> respuesta ventricular rápida (170lat/min) que se acompaño de  opresión
> precordial y presincope prolongado. Ha estado recibiendo  tratamiento
> con Verapamilo, Atenolol por separado o combinados, de  forma
> inconstante. De forma recurrente clinica de "palpitaciones"  esta
> relacionada a FA paroxistica en varios registros ECG, ahora con
> respuesta ventricular conservada. El ECG en reposo muestra patron   
> Ritmo
> sinusal, y normal. Ecocardiograma TT muestra Hipertrofia Septum  basal
> de 15 mm (asimétrica) sin gradientes Intraventricular ni   
> transvalvular;
> la auricula izquierda levemente dilatada, la FEVI esta  conservada. La
> clase Funcional es I segun la NYHA. Niega antecedentes  familiares de
> muerte "repentina" por cualquier causa. Pienso iniciar  tratamiento  
> con
> amiodarona para prevenir recurrencias de FA. Sin  embargo, ¿Qué papel
> puede tener la indicación de un CDI para  prevención de MSC en este
> paciente? ¿Cuáles serían otras pruebas de  estratificación de riesgo
> para MS aplicables a esta situación?
>
> Muchas gracias
> Dr. César Landaeta T.
> Cardiologo Electrofisiólogo
> Venezuela
>
> ---------------
>
> Portugués
>
> Respeitáveis participantes deste estupendo simpósio na internet.  
> Desejo
> apresentar o caso de uma paciente feminina de 50 anos de idade, com
> primeiro episódio (há 3 anos) de fibrilação atrial paroxística com
> resposta ventricular rápida (170 bpm) que se acompanhou de opressão
> percodial e pré-síncope prolongada.  Ela está recebendo tratamento com
> verapamil, atenolol separados ou combinados de forma inconstante. A
> clínica de "palpitações está , de forma recorrente, relacionada com FA
> paroxística em vários registros de ECG, agora com resposta ventricular
> controlada. O Ecocardiograma TT mostra hipertrofia do septo basal de
> 15mm (assimétrica) sem gradientes intraventricular nem transvalvar; a
> auriculeta esquerda levemente dilatada, a FEVE está preservada. A  
> classe
> funcional é I segundo a NYHA. Nega antecedentes familiares de morte
> "repentina" por qualquer causa. Penso iniciar o tratamento com
> amiodarona para prevenir as recorrências de FA. Sem dúvida, que papel
> pode ter a indicação de um CDI para a prevenção de MCS nesta paciente?
> Quais seriam as outras provas de estratificação de risco para MS
> aplicáveis a esta situação?
>
> Muito obrigado
> Dr. César Landaeta T.
> Cardiologista Eletrofisiologista
> Venezuela
> _______________________________________________
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Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee

Dr. Edgardo Schapachnik
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