[SD-FORUM-LAT] 103E RE: CDI profilactico en Miocardiopatia Hipertrofica Idiopatica asimétrica no obstructiva? - CDI profilático e miocardiopatia hipertrófica assimétrica não obstrutiva? Dra. Brebilla-Perrot

SCD Symposium info en scd-symposium.org
Mie Oct 25 20:23:54 ART 2006


Español - Portugués

Español

Estimados Dr. Dubner y Dr. Schapachnick:
Me gustaría responderle al Dr. Landaeta.

La FA es una causa frecuente de síncope en la MCH, especialmente  
después de los 40 años. La MS que ocurre en pacientes con MCH y FA  
generalmente está relacionada con el colapso cardíaco y rara vez se  
debe a FV. Por lo tanto, la indicación de CDI es muy discutible en un  
paciente con historia familiar de MS, sin TV en monitoreo Holter, 50  
años de edad y con presíncope probado en relación con FA.
El problema principal aquí es evitar una FA rápida:
Las primeras opciones de medicamentos son amiodarona y beta bloqueantes.
A veces la asociación de beta bloqueantes con cibenzolina o  
disopiramida (que se demostró hace varios años que reduce la  
obstrucción VI) son útiles.
Además, actualmente se indica en pacientes con FA refractaria, el  
tratamiento curativo de arritmia auricular por ablación con catéter  
por radiofrecuencia.

Atentamente,
B Brembilla-Perrot

B. BREMBILLA-PERROT, A. JACQUOT, D. BEURRIER, L. JACQUEMIN.  
Hypertrophic cardiomyopathy : value of atrial programmed
electrical stimulation in patients with or without syncope with  
special reference to the role of atrial
arrhythmias. Int J Cardiol 1997 ; 59 : 47-56

-------------

Portugués

Caro Dr Dubner e Dr Schapachnick
Eu gostaria de responder ao Dr Landeata.

FA é uma causa frequente de síncope na MCH especialmente após 40  
anos. A MS que ocorre em pacientes com MCH e FA é geralmente  
relacionada ao colapso cardíaco e raramente a FV. Portanto, a  
indicação de CDI é muito debatível num paciente com história familiar  
de MS, sem TV na monitorização pelo Holter, 50 anos de idade e com  
pré-síncope provada como relacionada a FA.
O principal problema aqui é proibir uma FA rápida:
Amiodarona e betabloqueador são as drogas de primeira escolha.
Algumas vezes a associação de betabloqueadores com cibezolina ou  
disopiramida (demostrada muitos anos atrás reduzir a obstrução do VE)  
é útil.
Mais, em pacientes com FA refratária, tratamento curativo da arritmia  
atrial por ablação por cateter com RF é atualamente indicada.

Sinceramente
B Brembilla-Perrot


B. BREMBILLA-PERROT, A. JACQUOT, D. BEURRIER, L. JACQUEMIN.  
Hypertrophic cardiomyopathy : value of atrial programmed electrical  
stimulation in patients with or without syncope with special  
reference to the role of atrial arrhythmias. Int J Cardiol 1997 ;  
59 : 47-56

--
Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee

Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee


>
> Español - Portugués
>
> Español
>
> Respetables asistentes a este estupendo simposium en internet. Deseo
> plantearles el caso de una paciente femenina de 50 años de edad, con
> primer episodio (hace 3 años) de Fibrilacion auricular paroxistica   
> con
> respuesta ventricular rápida (170lat/min) que se acompaño de  opresión
> precordial y presincope prolongado. Ha estado recibiendo  tratamiento
> con Verapamilo, Atenolol por separado o combinados, de  forma
> inconstante. De forma recurrente clinica de "palpitaciones"  esta
> relacionada a FA paroxistica en varios registros ECG, ahora con
> respuesta ventricular conservada. El ECG en reposo muestra patron   
> Ritmo
> sinusal, y normal. Ecocardiograma TT muestra Hipertrofia Septum  basal
> de 15 mm (asimétrica) sin gradientes Intraventricular ni   
> transvalvular;
> la auricula izquierda levemente dilatada, la FEVI esta  conservada. La
> clase Funcional es I segun la NYHA. Niega antecedentes  familiares de
> muerte "repentina" por cualquier causa. Pienso iniciar  tratamiento  
> con
> amiodarona para prevenir recurrencias de FA. Sin  embargo, ¿Qué papel
> puede tener la indicación de un CDI para  prevención de MSC en este
> paciente? ¿Cuáles serían otras pruebas de  estratificación de riesgo
> para MS aplicables a esta situación?
>
> Muchas gracias
> Dr. César Landaeta T.
> Cardiologo Electrofisiólogo
> Venezuela
>
> ---------------
>
> Portugués
>
> Respeitáveis participantes deste estupendo simpósio na internet.  
> Desejo
> apresentar o caso de uma paciente feminina de 50 anos de idade, com
> primeiro episódio (há 3 anos) de fibrilação atrial paroxística com
> resposta ventricular rápida (170 bpm) que se acompanhou de opressão
> percodial e pré-síncope prolongada.  Ela está recebendo tratamento com
> verapamil, atenolol separados ou combinados de forma inconstante. A
> clínica de "palpitações está , de forma recorrente, relacionada com FA
> paroxística em vários registros de ECG, agora com resposta ventricular
> controlada. O Ecocardiograma TT mostra hipertrofia do septo basal de
> 15mm (assimétrica) sem gradientes intraventricular nem transvalvar; a
> auriculeta esquerda levemente dilatada, a FEVE está preservada. A  
> classe
> funcional é I segundo a NYHA. Nega antecedentes familiares de morte
> "repentina" por qualquer causa. Penso iniciar o tratamento com
> amiodarona para prevenir as recorrências de FA. Sem dúvida, que papel
> pode ter a indicação de um CDI para a prevenção de MCS nesta paciente?
> Quais seriam as outras provas de estratificação de risco para MS
> aplicáveis a esta situação?
>
> Muito obrigado
> Dr. César Landaeta T.
> Cardiologista Eletrofisiologista
> Venezuela

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