[SD-FORUM-LAT] EXPERTS ASK, EXPERTS ANSWER
SCD Symposium
info en scd-symposium.org
Vie Oct 20 12:04:30 ART 2006
Español - Portugués
Español
El Dr. Leonid Makarov desde Rusia pregunta
- Si existiera la necesidad de hacer ECG-screening de la población
sana para detectar a los pacientes con alto riesgo de muerte súbita
aritmogénica no coronaria, ¿cuáles y cuántos signos
electrocardiográficos se usarían para este fin?
El Dr. Wojciech Zareba desde EEUU responde
- La identificación de riesgo de MSC en la población general es de
gran interés y no hay una prueba única que pueda considerarse un
"gold standard" por la complejidad de los mecanismos que resultan en
MSC. El screening ECG es una opción atractiva y fácil de obtener.
Especialmente, el ECG estándar de 12 derivaciones puede considerarse
útil. Al evaluar la información pronóstica paso a paso del ECG, uno
debe enfocarse primero en:
1. Ritmo – la presencia de ritmo no sinusal en una población que es
sana en todo lo demás no es muy frecuente; no obstante, en cohortes
de ancianos sanos es probable encontrar al menos un porcentaje menor
de sujetos con fibrilación auricular no diagnosticada. La fibrilación
auricular es el primer factor de riesgo que se asocia con un riesgo
aumentado (al menos 2 veces) de muerte cardíaca y riesgo aumentado de
MSC.
2. Índice de frecuencia cardíaca – tendencia a taquicardia en reposo,
especialmente > 80 lpm generalmente indica un problema médico
adicional subyacente y también debería considerárselo como un factor
de riesgo. La asociación entre frecuencia cardíaca elevada en reposo
y mortalidad se observa en pacientes de post-infarto y pacientes con
insuficiencia cardíaca, pero los datos sobre sujetos sanos son menos
convincentes. Una frecuencia cardíaca aumentada debería incitar a los
médicos a investigar aun más la razón de este hallazgo.
3. QRS – anormalidades de conducción, específicamente bloqueo de rama
izquierda, se asocian con riesgo aumentado de eventos cardíacos y MSC
en cohortes sanas con proporciones de riesgo >2,0. Los datos sobre
BRD no muestran una asociación significativa con mortalidad. La
prolongación QRS se asocia con riesgo aumentado de muerte y MSC en
cohortes sanas. La HVI tiene una importancia pronóstica menor,
suponiendo que se analiza la duración QRS.
4. Onda QT-T - los parámetros de repolarización son considerados un
marcador importante de riesgo aumentado en pacientes sanos. Se
informó sobre QTc elevado (>0,44 seg) en una cohorte sana,
especialmente en sujetos ancianos, asociado con riesgo
significativamente aumentado de muerte cardíaca y MSC. Morfología de
onda T anormal (generalmente onda T plana o eje de onda T anormal)
también sirve como signo de riesgo aumentado de muerte cardíaca y MSC
en cohortes de sujetos sanos.
Por lo tanto pacientes con fibrilación auricular y aquellos en ritmo
sinusal con complejo QRS ancho (BRI) o pacientes con repolarización
anormal (QTc prolongado o morfología anormal de onda T) están en
riesgo aumentado de muerte cardíaca y MSC. Tales sujetos
identificados en el proceso de screening requieren una mayor atención
para descubrir las causas de las anormalidades y considerar medidas
preventivas/terapéuticas.
Vale la pena agregar que la prueba de esfuerzo de ECG con análisis de
recuperación del ritmo cardíaco (diferencia entre frecuencia cardíaca
en el momento de ejercicio máximo y frecuencia cardíaca al 1º minuto
de recuperación) parece ser útil para identificar individuos sanos en
alto riesgo. Se informó que la recuperación de la frecuencia cardíaca
<12 lpm es un indicador de MSC en cohortes sanas.
La electrocardiología presenta una opción limitada para identificar a
los pacientes con placa vulnerable, y los incidentes isquémicos son
las causas principales de MSC. Por lo tanto, el screening anterior
debe combinarse con medidas adicionales que reflejan un riesgo
aumentado de cambios ateroscleróticos, incluyendo el perfil lípido y
algunos marcadores inflamatorios (eritrosedimentación, PRC, etc.)
mientras que esperamos marcadores nuevos y más específicos de
vulnerabilidad de placa.
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Portugués
Dr. Leonid Makarov de Rusia pergunta
- Se existir a necessidade de fazer um pesquisa com ECG na população
para detectar os pacientes com alto risco de morte súbita
arritmogênica não coronariana, quais e quantos sinais
eletrocardiográficos seriam utilizados para este fim?
Dr. Wojciech Zareba de U.S.A. responde
- A identificação de risco de MCS na população em geral é do maior
interesse e não existe um teste que pode ser considerado como padrão
ouro devido a complexidade dos mecanismos que levam a MCS. A pesquisa
com ECG é uma opção atrativa e fácil de ser obtida. Em particular, um
ECG padrão de 12 derivações pode ser considerado útil. Avaliando
passo a passo a informação prognostica oriunda do ECG, deve-se focar
primeiro no:
1. Ritmo – a presença de ritmo que não é sinusal é infrequente numa
população saudável, contudo, nas coortes de idosos saudáveis é
provável achar pelo menos uma pequena porcentagem de indivíduos com
fibrilação atrial não diagnosticada. A fibrilação atrial é o primeiro
fator de risco que está associado com risco aumentado de morte
cardíaca (pelo menos 2 vezes)e risco aumentado de MCS.
2. Taxa de freqüência cardíaca – a tendência a taquicardia no
repouso, especialmente >80bpm, normalmente indica um outro problema
médico e deve ser considerada como fator de risco. A associação entre
freqüência de repouso e a mortalidade é observada em pacientes pós-
infarto e pacientes com insuficiência cardíaca, mas os dados em
indivíduos jovens são menos convincentes. Os médicos devem estar
atentos para investigar as razões para freqüência cardíaca aumentada.
3. QRS – anormalidades na condução, denominadas de bloqueio de ramo
esquerdo, são associadas com risco aumentado de eventos cardíacos e
MCS em coortes saudáveis com razão de taxas >2.0. Dados de BRD não
mostram associação significante com mortalidade. O prolongamento do
QT está associado com risco aumentado de morte e MCS em coortes
saudáveis. HVE é de menor importância prognostica, assumindo que a
duração do QRS é analisada.
4. Os parâmetros de repolarização da onda QT-T são considerados como
um marcador importante de risco aumentado em indivíduos saudáveis. O
QTc elevado (>0.44s), na coorte saudável, especialmente em idosos,
foi relatado estar associado com aumento significante do risco de
morte cardíaca e MCS. A morfologia de T anormal (normalmente
invertida ou achatada ou com onda T com eixo anormal) também serve
como sinal de risco aumentado de morte cardíaca e MCS em coorte de
indivíduos saudáveis.
Contudo, pacientes com fibrilação atrial e aqueles em ritmo sinusal
com complexo QRS largo(BRE) ou pacientes com repolarização anormal
(tanto QTc prolongado como morfologia de onda T alterada)estão sob
risco aumentado de morte cardíaca e MCS. Tais indivíduos
identificados no processo de pesquisa requerem maior atenção para
elucidar as causas das anormalidades e considerar medidas preventivas/
terapêuticas.
É de se notar, que a análise do ritmo cardíaco de recuperação do
teste de exercício (diferença entre a freqüência cardíaca do pico do
esforço e do 1 minuto de recuperação) parece ser útil na
identificação de indivíduos saudáveis de alto risco. A freqüência
cardíaca de recuperação < 12bpm foi relatada como indicador de MCS
nas coortes saudáveis. A eletrocardiográfica é limitada para
identificar pacientes com uma placa vulnerável e incidentes
isquêmicos são as maiores causas de MCS.
Contudo, a pesquisa acima deve ser combinada com medidas adicionais
refletindo um risco aumentado de mudanças ateroscleróticas, incluindo
perfil lipídico e alguns marcadores inflamatórios (taxa de
sedimentação, PCR, etc.) enquanto nós estamos esperando novos
marcadores mais específicos de vulnerabilidade da placa.
--
Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee
Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee
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