[SD-FORUM-LAT] 63C Patrón QRST inusual en paciente con hipocalemia severa - Um padrão não usual de QRST num paciente com hipocalemia severa. Dr. Wang
SCD Symposium
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Vie Oct 20 13:57:43 ART 2006
Español - Portugués
Español
Patrón QRST inusual en el Paciente A con Hipocalemia Severa.
Un hombre de 31 años fue internado con debilidad muscular en las
extremidades, parálisis y disnea. El paciente se sintió cansado
durante 12 horas, con secreción nasal, náuseas y un episodio de
vómito, pero no tuvo fiebre ni tos. El paciente había sido enviado a
una clínica local donde recibió hidratación IV. Su debilidad muscular
empeoró y desarrolló parálisis 6 horas antes de la internación.
En el pasado, el paciente gozaba de buena salud en general. No tenía
historia de alergia a medicamentos o comida. Negó tener antecedentes
de hepatitis o tuberculosis. No tenía historia de haber estado en
contacto con veneno industrial y sustancias radioactivas. No tenía
historia de cirugía o trauma.
Examen físico: T: 36.4°C, P: 66/min, R: 20/min, PA: 130/60 mmHg. El
paciente no presentaba distrés agudo. Tenía exoftalmos bilateral. La
tiroides presentaba un tamaño mayor al normal, y se sentía un poco
sólida, con movilidad normal pero sin soplo de flujo. Los pulmones
estaban despejados. El corazón mostraba cierta irregularidad, pero
ningún soplo. Los reflejos físicos estaban dentro de los niveles
normales, pero la fuerza de los músculos de las extremidades era de
cero grado. La tensión muscular disminuyó en los brazos, pero aumentó
en las piernas.
El electrocardiograma de urgencia (ECG) mostró arritmia sinusal con
una frecuencia de 61/min. Los intervalos P-R, QRS y Q-T midieron 260,
120 y 360 ms respectivamente. El intervalo QU = 670 ms.
Hubo patrón rSr’ del complejo QRS en las derivaciones V1 a V3, con r
< r’.
Hubo supradesnivel descendiente del segmento ST de 0,2 mV con onda T
invertida en las derivaciones V1 y V2. La onda T era plana en la
derivación V3. Había patrón Rs con onda R alta (3,8 mV) y onda S
ancha tardía en la derivación V5. Había ondas U prominentes en todas
las derivaciones, sobretodo en las derivaciones precordiales.
http://www.scd-symposium.org/files/wang1.pdf
Diagnóstico ECG: 1) Arritmia sinusal; 2) Bloqueo aurículoventricular
Io; 3) Alto voltaje del ventrículo izquierdo; 4) Onda U prominente y
prolongación QU que sugiere hipocalemia; 5) Patrón ECG atípico de
Brugada.
El análisis de sangre de urgencia reveló que K+ era sólo 1,46 mmol/l,
lo que mejoró a 4,46 mmol/l con suplemento de potasio en 24 horas. Un
ECG de seguimiento demostró: ritmo sinusal normal con una frecuencia
de 83/min. Los intervalos P-R, QRS y Q-T midieron 160 ms, 80 y 380 ms
respectivamente. Restaba un patrón rSr’ del complejo QRS en las
derivaciones V1 y V2, pero r> r’. El último simula onda J, con una
amplitud mucho más baja al compararse con el electrocardiograma
anterior. Restaba un supradesnivel descendiente del segmento ST en
las derivaciones V1 y V2 (0,1 – 0,2 mv) y la inversión de la onda T
en la derivación V1. Pero ya no había inversión de onda T en las
derivaciones V2 o V3. Se observó onda R vertical en V3 como también
en las derivaciones V4 y V5. Hubo patrón qRs en la derivación V5, con
onda J prominente. La onda R permaneció alta en V5 (3,9 mV). La onda
u ya no estaba presente en ninguna derivación.
http://www.scd-symposium.org/files/wang2.pdf
Diagnóstico ECG: 1) Ritmo sinusal normal. 2) Alto voltaje del
ventrículo izquierdo; 3) Patrón ECG atípico de Brugada.
Seguidamente, se descubrió que el paciente tenía T3 y T4 elevados,
por lo tanto, el diagnóstico clínico final fue “tirotoxicosis con
parálisis periódica”.
Preguntas para el experto en ECG, Dr. Perez Riera:
1) ¿Ud. considera que este paciente tiene patrón de Brugada o no?
2) ¿Cuál es su interpretación del ECG, especialmente considerando el
patrón QRST inusual en las derivaciones precordiales derechas?
Gracias,
Hongyu Wang, MD
Jiangping Li, MD
Second Hospital of Shanxi Medical University
PR. China
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Portugués
Um padrão não usual de QRST em uma paciente com Hipocalemia Severa.
Um homem de 31 anos de idade foi admitido com fraqueza muscular das
extremidades, paralisia e dispnéia. O paciente se sentiu cansado por
12h, com coriza, náuseas e um episódio de vômito, mas não tinha febre
ou tosse. O paciente foi mandado para uma clínica local onde ele
recebeu hidratação venosa. A sua fraqueza muscular piorou e ele
desenvolveu paralisia 6 horas antes da admissão.
No passado, o paciente tinha uma boa saúde geral. Não existia
história de alergias a medicações ou alimentos. Ele negou história de
hepatite ou tuberculose. Não existiu história de contato venenos
industriais ou substâncias radioativas. Não existia história de
cirurgia ou trauma.
Exame físico: T: 36.4°C, P: 66/min,R: 20/min,PA: 130/60 mmHg. O
paciente não estava em estresse agudo. Existia exoftalmia bilateral.
A tireóide estava aumentada e sentia-se estar algo sólida, com
mobilidade normal, mas sem sopros de fluxo. Os pulmões estavam
limpos. O coração demonstrava alguma irregularidade, mas sem sopros.
Os reflexos estavam dentro da faixa normal, mas a força muscular das
extremidades era grau zero. A tensão muscular estava diminuída nos
braços, mas aumentada nas pernas.
O eletrocardiograma estático (ECG) demonstrou ritmo sinusal com uma
freqüência de 61bpm. Os intervalos PR, QRS e QT mediram 260, 120,
360ms, respectivamente. O intervalo QU=670ms.
Existia um padrão rSr’ no complexo QRS nas derivações V1 a V3, com r<
r’. Existiam um segmento ST infradesnivelado 0.2mV com onda T
invertida nas derivações V1 e V2. A onda T era achatada na derivação
V3. Existia um padrão Rs com onda R ampla (3.8mV) e uma onda S
alargada em V5. Existia uma proeminente onda U em todas as
derivações, maiores nas derivações precordiais.
http://www.scd-symposium.org/files/wang1.pdf
diagnóstico do ECG: 1) arritmia sinusal; bloqueio atriocentricular do
1 grau; 3) alta voltagem do ventrículo esquerdo; 4) onda U
proeminente e prolongamento QU sugerindo hipocalemia; 5) padrão
atípico ECG de Brugada.
Os exames de sangue revelaram K+ foi somente 1.46 mmol/l, o que foi
melhorado para 4.46mmol/l
Com suplemento de potássio por 24 horas. O ECG do seguimento mostrou
ritmo sinusal normal com freqüência de 83bpm. Os intervalos PR, QRS e
Q-T mediram 160ms, 80 and 380 ms, respectivamente. Permaneceu o
padrão rSr’ no complexo QRS nas derivações V1 e V2, mas r > r’. O
último mimetizava uma onda J, com uma amplitude muito menor quando
comparada ao eletrocardiograma prévio. Permaneceu uma elevação do
segmento ST nas derivações V1 e V2 (0.1—0.2mv) e a inversão da onda T
na derivação V1. Mas não existia mais inversão da onda T nas
derivações V2 ou V3. Uma onda R positiva foi apreciada em V3, assim
como, nas derivações V4 e V5. Existia um padrão qRs na derivação V5,
com uma onda J proeminente. As ondas R permaneceram altas em V5
(3.9mV). A onda U não estava mais presente em nenhuma derivação.
http://www.scd-symposium.org/files/wang2.pdf
diagnóstico ECG:1) ritmo sinusal normal. 2) alta voltagem do
ventrículo esquerdo; 3) ECG com padrão atípico de Brugada.
Subsequentemente foi encontrado que o paciente apresentava T3 e T4
elevados, portantoo diagnóstico clnico final foi “tireotoxicose com
paralisia periódica”.
Questões para o especialista em ECG Dr. Perez Riera:
1) Você considera se este paciente tem ou não padrão de Brugada?
2) Qual é a sua interpretação do ECG, especialmente considerando o
padrão QRST não usual nas derivações direitas?
Obrigado,
Hongyu Wang, MD
Jiangping Li, MD
Second Hospital of Shanxi Medical University
PR. China
--
Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee
Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee
------------ próxima parte ------------
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