[SD-FORUM-LAT] LEYENDO LA CONFERENCIA DE LOS DRES. VEENHUYZEN Y WYSE. TRES PREGUNTAS EXPERTAS POR EL DR. SERGE BOVEDA
SCD Symposium
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Mie Oct 18 10:43:26 ART 2006
Español - Portugués
Español
Causas reversibles de TV/FV: ¿Realidad o ficción? Presentación de
caso y revisión de la literatura
G. D. Veenhuyzen, MD
D. George Wyse, MD, PhD
Dr. Serge Boveda (Francia)
- Su reporte del caso muestra claramente que las causas transitorias
son más probable de ocurrir en pacientes que sufren cardiopatía
severa: en la mayoría de las ocasiones debe implantarse CDI como
prevención primaria. ¿No considera que las guías con respecto al
implante de CDI en pacientes con TV/FV por trastornos transitorios o
reversibles, deberían concentrarse principalmente en pacientes sin
cardiopatía estructural (o leve)?
Dr. George Veenhuyzen y Dr. George Wyse (Canadá)
- Las guías actuales no aconsejan el uso de CDI para TV/FV con causas
transitorias o reversibles, pero no especifican nada sobre la
coexistencia de cardiopatía. Es verdad que nuestro caso tuvo
cardiopatía extensa y puede ser verdad que tales pacientes presenten
recurrencia con mayor probabilidad, de las llamadas causas
transitorias o reversibles mientras el sustrato para la arritmia
continúe existiendo. Las dificultades son dobles. En primer lugar, en
pacientes con otras condiciones como enfermedad renal o pulmonar, las
causas transitorias o corregibles (anormalidades electrolíticas e
hipoxemia) siguen recurriendo en forma impredecible. En segundo
lugar, resulta difícil estar seguro de si no hay un sustrato
continuo. Por ejemplo, en un paciente rescatado de ahogarse y que
presentó FV, más tarde puede resultar dificultoso excluir síndrome de
QT prolongado. De este modo, como lo establecimos en nuestro trabajo,
requiere muchísimo juicio clínico para determinar si la TV/FV tuvo
una causa transitoria o corregible y es poco probable que recurra. No
creo que haya jamás un conjunto simple de reglas o condiciones que
reemplacen el juicio clínico y favorecería guías que sean más
permisivas en esta área.
Dr. Serge Boveda (Francia)
- Con respecto al "gatillo" de la TV/FV, ¿Ud. cree que la ablación
exitosa de latidos ventriculares prematuros (LVP) desencadenantes
(como lo demostró Michel Haïssaguerre en pacientes de Purkinje o
Brugada) debería ser considerada como una causa reversible y además,
evitar el implante de CDI en pacientes sin cardiopatía estructural (o
leve)?
Dr. George Veenhuyzen (Canadá)
- Creo que es demasiado temprano para decir si la ablación de LVP
"desencadenantes" es un tratamiento completo y en qué casos. Hasta
ahora ha habido pocos informes en pacientes relativamente
seleccionados. Brugada y otras canalopatías representan un grupo
bastante menor de casos de TV/FV. El problema con los LVP es que son
bastante omnipresentes, como la maleza en su jardín. Cuando se
elimina una planta, en seguida es reemplazada por otra. De este modo
dudo en este momento que ésta sea una solución completa en muchos
pacientes.
Dr. Serge Boveda (Francia))
- Con respecto a la información en la literatura, ¿por cuánto tiempo
considera que la TV/FV es una causa transitoria o reversible luego de
un episodio agudo de isquemia miocárdica?
Dr. George Veenhuyzen (Canadá)
- Creo que la isquemia es una causa verdaderamente reversible,
principalmente en ausencia de cicatriz (infarto previo) hasta que un
tratamiento definitivo como la revascularización, se aplique. El
mejor ejemplo es la angina vasoespástica, que causa TV/FV en un
corazón que es normal en todo lo demás. Una buena terapia médica (dos
o más vasodilatadores y estatinas) puede ser un tratamiento efectivo.
Tengo algunos casos así, con desfibriladores que nunca han recibido
terapia de su CDI en más de 10 años. Sin embargo, es importante
recordar que la isquemia puede retornar en el caso de enfermedad
aterosclerótica por progresión de la enfermedad o revascularización
incompleta.
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Portugués
Causas Reversíveis de TV/FV: Fato ou Ficção? Apresentação de caso e
revisão da Literatura
G. D. Veenhuyzen, MD
D. George Wyse, MD, PhD
Dr. Serge Boveda (France)
- O seu relato de caso mostrou claramente que as causas transitórias
ocorrem mais comumente em pacientes que sofrem de insuficiência
cardíaca severa: na maioria das vezes o CDI deve ser implantado para
prevenção primária. Você não acha que os consensos sobre o implante
do CDI nos pacientes com TV/FV devido a causas transitórias ou
reversíveis devam se preocupar principalmente com pacientes sem
doença estrutural cardíaca (ou leve)?
Dr. George Veenhuyzen e Dr. George Wyse (Canadá)
- O consenso atual não aconselha o CDI para TV/FV com causas
transitórias ou reversíveis, mas são silenciosos em relação ao
problema da doença cadíaca co-existente. É verdade que nosso caso
tinha doença cardíaca extensa e pode ser verdade que estes pacientes
tenham maior probabilildade de recorrência da então chamada causa
reversível ou transitória, uma vez que o substrato para arritmia
continua existindo. As dificuldades dsão dobradas. Primeiro, nos
pacientes com outras condições como doença renal e pulmonar, as
causas corrigíveis ou transitórias (abnormalidades eletrolíticas e
hipoxemia) continuam a ocorrer de imprevisivelmente. Segundo, é
difícil ter certeza que não existe um substrato mantido. Por exemplo,
num paciente socorrido de síncope e com FV, mais tarde pode ser
difícil excluir síndrome do QT longo. Então, como colocado no seu
artigo, isto requer um grande acordo do julgamento clínico para
determinar se a TV/FV teve uma real causa transitória ou corrigível e
é improvável de recorrer. Eu não penso que existirá um simples
conjunto de regars ou condições que substituam o julgamento clínico e
favoreceria um consenso que fosse mais permissivo nesta área
Dr. Serge Boveda (France)
- Considerando o “deflagrador” da TV/FV, você acha que a ablação com
sucesso das “ectopias deflagradoras” (como demonstrado pelo Dr.
Michel Haïssaguerre para pacientes com Purkinge ou Brugada…) deva ser
considerada como causa reversível e devido a isto o implante do CDI
não indicado nos pacientes sem cardiopatia estrutural (ou leve)?
Dr. George Veenhuyzen (Canadá)
- Eu penso que é muito cedo para falar se a ablação das ESV
“deflagradoras” será o tratamento completo e em que casos. Além do
mais existem poucos relatos em pacientes relativamente selecionados.
Brugada e outras canalopatias são um número, um tanto pequeno, de
casos de TV/FV. A questão sobre ESV é que são um tanto ubíquas, como
ervas em seu jardim. Quando você remove uma logo é reposta por outra.
Então, eu estou em dúvida sobre o momento que isto será uma completa
solução em muitos pacientes.
Dr. Serge Boveda (France)
- De acordo com a literatura médica, quanto tempo você considera que
a TV/FV é transitória ou reversível após o infarto do miocárdio?
Dr. George Veenhuyzen (Canadá)
- Eu penso que a isquemia é uma causa verdadeiramente transitória,
principalmente na ausência de cicatriz (infarto prévio) até que um
tratamento definitivo como a revascularização seja aplicada. O melhor
exemplo é a angina vasoespástica que causa TV/FV num coração por
outro lado normal. Boa terapia médica (dois ou mais vasodilatadores e
uma estatina) pode ser um tratamento efetivo.
Eu tenho poucos casos com desfibriladores que que nuca tivaram uma
terapiado seu CDI em 10 anos. Contudo, é importante relembrar que a
isquemia pode retornar em caso de doença aterosclerótica devido a
progressão da doença ou a revascularização incompleta.
--
Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee
Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee
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