[SD-FORUM-LAT] 20E RE: Palpitaciones y riesgo de MSC - Palpitações e risco de MS. Dr. Dr. Perez Riera

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Dom Oct 15 10:36:45 ART 2006


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Español

Dr. Andriy Vorotniak de Buenos Aires, Argentina. Aquí Andrés Ricardo  
Perez Riera de SP Brasil.

INCIDENCIA DE ARRITMIAS SUPRAVENTRICULARES EN EL SÍNDROME DE BRUGADA

El ritmo es el usual; sin embargo, los pacientes con síndrome de  
Brugada (SBr) exhiben una proporción anormalmente alta de arritmias  
auriculares que se encuentran en el 10 al 25% de los casos, puesto  
que el sustrato arritmogénico no está limitado a los ventrículos. En  
el descubrimiento original de los hermanos Brugada (1992) (1), se  
mencionó FA temporal, así como lo hicieron autores de Brasil (2) y  
Japón (3). Los últimos mencionaron que la forma paroxística de la FA  
se observa en el 30% de los casos.

Una publicación de Eckardt y cols (2001) (4), indica frecuencia de  
arritmias supraventriculares de 29%. Estos autores describieron  
episodios de taquicardia AV supraventricular con reentrada.

Hay referencias de síndrome de Wolff-Parkinson-White tipo A asociado  
con SBr (5-6).

Hay proceso patológico más avanzado en los pacientes con SBr con  
arritmias auriculares espontáneas y la inducibilidad ventricular se  
relacionó significativamente con historia de arritmias auriculares.  
La incidencia de arritmias auriculares en pacientes con  
electrocardiograma espontáneo de SBr fue 26% vs. 10% en pacientes con  
ECG inducido por flecainida. En pacientes con indicación de CDI, la  
incidencia de arritmias auriculares alcanzó 27% vs. 13% en pacientes  
con SBr pero sin indicación de CDI;

Las descargas inadecuadas por episodios de arritmias auriculares se  
observaron en 14% de pacientes con CDI vs. 10,5% de descargas adecuadas;

El implante de dispositivo unicameral es un factor predictivo  
independiente de descargas CDI inadecuadas;

Una programación cuidadosa de CDI unicameral debe recomendarse para  
evitar descargas inadecuadas en pacientes con SBr (7).

La arritmia de origen auricular fue el único ritmo patológico  
espontáneo observado en un paciente de 46 años con SBr por Boveda y  
cols (8).
En consecuencia, llevó a reconsiderar su prevalencia en pacientes con  
este síndrome, tanto en la literatura y según la experiencia personal  
de Boveda.

Un hombre de 41 años con SBr sin episodios previos de MSC abortada o  
síncope, fue derivado a la sala de emergencias local por episodio de  
FA sintomática. Los resultados de los análisis de sangre mostraron  
hipocalemia (2,9 mEq/L). Los otros parámetros se encontraban dentro  
del rango normal. Luego de unos pocos minutos, ocurrió episodio de  
FV, tratado con descarga de corriente directa bifásica de 150 J. En 2  
horas sucesivas, el paciente experimentó episodios recurrentes de TV  
y FV. Cada descarga de corriente directa bifásica de 150 J fue  
efectiva para restaurar el ritmo sinusal. No hubo más episodios luego  
de normalización de los niveles séricos de potasio. Antes de la  
descarga, se insertó CDI para evitar MSC.
La hipocalemia aumenta el riesgo de eventos arrítmicos en el SBr (9).  
La hipocalemia aumenta el riesgo de eventos arrítmicos en el SBr (10).

La disfunción del nodo sinusal (NS) no es un trastorno concomitante  
raro en el SBr, y hay una posible conexión genética. El NS se asocia  
con FA (11).

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Portugués

Dr. Andriy Vorotniak de Buenos Aires, Argentina. Aqui é  Andres Ricardo
Perez Riera de SP Brasil.


A INCIDÊNCIA DE ARRITMIAS SUPRAVENTRICULARES NA SÍNDROME DE BRUGADA

O ritmo sinusal é o freqüente; entretanto, nos pacientes com síndrome  
de Brugada (SBr) exibem uma proporção anormal alta de arritmias  
atriais que são encontradas em 10-25% dos casos desde que o substrato  
arritmogênico não é limitado aos ventrículos. Na descoberta original  
pelos irmãos Brugada (1992) (1), FA transitória foi mencionada, assim  
como pelos autores do Brasil (2) e pelos do Japão (3). Os últimos  
mencionaram que a forma paroxística da FA é observada em 30% dos casos.
A publicação de Eckardt L et al (2001) (4) indica uma freqüência de  
arritmias supraventriculares de 29%. Estes autores descreveram  
episódios de taquiarritmias supraventricular por reentrada AV.
Existem referências de síndrome de Wolff-Parkinson-White tipo A  
associada a SBr (5-6).
Existe um processo de doença mais avançado nos pacientes com SBr com  
arritmias atriais espontâneas e a inducibilidade ventricular foi  
relacionada significativamente a história de arritmias atriais. A  
incidência de arritmias atriais nos pacientes com eletrocardiograma  
espontâneo de SBr foi de 26% vs 10% nos pacientes com ECG induzido  
por flecainida. Nos pacientes uma indicação de CDI, a incidência de  
arritmia atrial alcança 27% vs 13% nos pacientes com SBr sem  
indicação de CDI;
Choques inapropriados devido a episódios de arritmias atriais foram  
observados em 14% dos pacientes com CDI vs 10,5% dos choques  
apropriados;
O implante de um dispositivo de câmara única é um fator preditivo  
independente de de descargas inapropriadas do CDI;
Uma programação cuidadosa de um CDI de câmara única deveria ser  
recomendada para impedir descargas inapropriadas nos pacientes com  
SBr (7).
Arritmia de origem atrial foi o único ritmo espontâneo patológico  
observado num paciente homem de 46 anos com SBr por Boveda et al (8).
Conseqüentemente isto leva a reconsiderar sua prevalência nos  
pacientes que apresentam esta síndrome tanto na literatura como de  
acordo com o tempo de experiência pessoal de Boveda.

Um homem de 41anos de idade com SBr e sem episódios prévios de MCS  
abortada ou síncope foi referido para a emergência local por um  
episódio de FA sintomático. A bioquímica sanguínea demonstrou  
hipocalemia (2.9mEq/L). Os outros parâmetros estavam dentro da  
normalidade. Após poucos minutos, um episódio de FV foi tratado com  
cardioversão bifásica com 150J. Nas 2 horas seguintes, o paciente  
experimentou episódios recorrentes de TV e FV. Cada choque bifásico  
de 150J foi efetivo em restaurar o ritmo sinusal. Não ocorreram mais  
episódios após a normalização dos níveis séricos de potássio. Antes  
da alta, foi inserido um CDI para prevenir MCS.
Hipocalemia aumenta o risco de eventos arrítmicos na SBr (10).
Disfunção do nó sinusal (DNS) não é uma doença concomitante rara na  
SBr e existe uma possível conecção genética. DNS está associada com  
FA (11).

Referências

1) Brugada P, Brugada J. Right bundle branch block, persistent ST
segment elevation and sudden cardiac death: A distinct clinical and
electrocardiographic syndrome. J Am Coll Cardiol 1992, 20: 1391-1396

2) Villacorta H, Faig Torres RA, SimF5es de  Castro IR, Lambert H. de
Araujo Gonzales Alonso R.: Morte subita em paciente com bloqueio de
ramo direito e elevacao persistente do segmento ST. Arq  Bras  
Cardiol. 1996; 66:( N4) 229-231

3) Itoh H, Shimizu M, Ino H, et al. Hokuriku Brugada Study Group.
Arrhythmias in-patients with Brugada-type electrocardiograph findings.
Jpn Circ J 2001; 65:483-6

4) Eckardt L, Kirchhof P, Loh P, et al. Brugada Syndrome and
Supraventricular Tachyarrhythmias: A Novel Association? J Cardiovasc
Electrophysiol 2001; 12:680-685

5) Eckardt L, Kirchhof P, Johna R, Haverkamp W, Breithardt G, Borggrefe
M. : Wolff-Parkinson-White syndrome associated with Brugada syndrome.
Pacing Clin Electrophysiol 2001;24(9 Pt 1):1423-4.

6) Bodegas AI, Arana JI, Vitoria Y, Arriandiaga JR, Barrenetxea JI.  
Brugada syndrome in a patient with accessory pathway. Europace 2002;  
4:87-9

7) Bordachar P, Reuter S, Garrigue S, Cai X, Hocini M, Jais P,  
Haissaguerre M, Clementy J. Incidence, clinical implications and  
prognosis of atrial arrhythmias in brugada syndrome.Eur Heart J.  
2004;25:879-884.

8) Boveda S, Combes N, Albenque JP, et al. Brugada syndrome and  
supraventricular arrhythmiasArch Mal Coeur Vaiss. 2004; 97: 688-692.

9) Notarstefano P, Pratola C, Toselli T, et al. Atrial fibrillation  
and recurrent ventricular fibrillation during hypokalemia in Brugada  
syndrome. Pacing Clin Electrophysiol. 2005; 28:1350-1353.

10) Notarstefano P, Pratola C, Toselli T, et al Atrial fibrillation  
and recurrent ventricular fibrillation during hypokalemia in Brugada  
syndrome.

11) Sumiyoshi M, Nakazato Y, Tokano T,  Sinus node dysfunction  
concomitant with Brugada syndrome. Circ J. 2005; 69:946-950.

All the best

Andrés Ricardo Pérez Riera
Chief of Electro-Vectocardiology Sector of the Discipline of Cardiology,
ABC Faculty of Medicine (FMABC), Foundation of ABC (FUABC)
- Santo André -  São Paulo - Brazil.
Rua Sebastião Afonso  885 - Zip Code: 044417-100- Jardim Miriam  S.P  
Brazil-



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Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee

Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee


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> Español - Portugués
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> Español
>
> Estimados colegas,
> Me gustaría hacer algunas preguntas sobre el valor pronóstico de  
> las "palpitaciones" en los síndromes de Brugada y QT prolongado:
>
> Qué riesgo de MS corre un paciente joven sin enfermedad cardiaca  
> subyacente ni antecedentes heredo-familiares de MS, con un patrón  
> ECG del síndrome de Brugada (o QT prolongado) y episodios  
> autolimitados y aislados de "palpitaciones" (no registrados con el  
> monitoreo Holter)?
> Cómo seguimos la evaluación de este paciente, si en el estudio  
> electrofisiológico no se desencadena arrítmia ventricular?
> Existe alguna relación entre los síndromes mencionados e incidencia  
> de taquiarrítmias supraventriculares?
>
> Muy agradecido,
> Dr. Andriy Vorotniak
> Buenos Aires, Ar gentina
>
> ----------------------------------
>
> Portugués
>
> Estimados colegas,
> Eu gostaria de fazer algumas perguntas sobre o valor prognóstico  
> das "palpitações" nas síndromes de Brugada e QT longo:
>
>    1. Que risco de morte súbita tem um paciente jovem sem doenças  
> cardíacas nem antecedentes heredo-familiares de MS, com um ECG com  
> padrão de Brugada (ou QT longo) e episódios autolimitados de  
> "palpitações" (não registrados com a monitorização por holter)?
>    2. Como prosseguimos a avaliação deste paciente, se no estudo  
> eletrofisiológico não for desencadeada arritmia ventricular?
>    3. Existe alguma relação entra as síndromes mencionadas e a  
> incidência de taquiarritmias supraventriculares?
>
> Muito agradecido,
> Dr. Andriy Vorotniak
> Buenos Aires, Ar gentina

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