[SD-FORUM-LAT] 14R RE: Palpitaciones y riesgo de MS - Palpitações e risco de MS. Dr.Makarov

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Sab Oct 14 08:44:47 ART 2006


Español - Portugués

Español

Estimado Dr.Vorotniak,

Considero que Usted mencionó un tema muy importante: evaluación del  
valor pronóstico de los síntomas clínicos, que pueden acompañar las  
enfermedades con alto riesgo de  MS. En general, los sincopes y las  
"palpitaciones", que ocurren en los pacientes con bloqueos AV de 2º o  
3º grado y también en síndromes del QT prolongado y Brugada, tienen  
origen arritmogénico. Por ese motivo, se indica el tratamiento  
antiarrítmico agresivo (colocación del marcapasos, drogas  
antiarrítmicas, etc.). Sin embargo, a menudo se observa que los  
pacientes con bloqueos AV, luego del implante de marcapasos, siguen  
con los episodios sincopales y no se detectan arrítmias durante el  
monitoreo Holter. La probabilidad de los sincopes vaso-vagales en los  
pacientes con el síndrome de Brugada y QT prolongado aún no está bien  
estudiada. En cuanto a las "palpitaciones", vale destacar que hasta  
el 16% de los pacientes de todos los grupos nosológicos puede  
presentar este síntoma   (Kroenke K et al.The prevalence of symptoms  
in medical outpatients and the adequacy of therapy. Arch Intern Med .  
1990;150). Además, las "palpitaciones" no siempre corresponden a las  
arrítmias. En el año 1836, J. C. Williams mencionó, que muchas veces  
las "palpitaciones", erróneamente, se consideran como un equivalente  
de las enfermedades cardíacas estructurales. Pero no es así. porque  
las influencias del sistema nervioso desempeñan un papel muy  
importante, tanto en el estado normal, como durante alguna  
enfermedad. Según diferentes datos, en los 35% a 85% de los casos de  
las "palpitaciones", se registra un ECG normal.

1.     Baratta L, Maffe o N , Tubani L, Paradiso M, Molaioni C ,  
Coppotelli L, Lagana B, Mastrocola C , Cordova C. Arrhythmias in the  
aged : prevalence and correlation with symptoms]. Recenti Prog Med  
1996 Mar;87(3):96–101.
2.     Goldberg AD, Raftery EB, Cashman PM. Ambulatory  
electrocardiographic records in patients with transient cerebral  
attacks or palpitation. Br Med J 1975 Dec 6;4(5996):569–71.
3.     Hashimoto T., Fucatani M., et al. Effects of stending on the  
of Paroxysmal Supraventricular Tachycardia. JASS. — 1991. –Vol. 17. – 
N 3. — p. 650–695.

Nuestros datos de la población pediá trica muestran que un 30% de las  
"palpitaciones" tienen su origen no arritmogénico ( Makarov y  
colaboradores. Pediatria ( Moscú) 2005; 2: 4-8) y ocurren por causas  
psicológicas o trastornos del sistema nervioso autónomo. Por lo  
tanto, nosotros suponemos que el "gold estandar" para confirmar el  
origen arritmogenico de las "palpitaciones" sería registrarlas  
durante el mismo episodio o provocar estas arrítmias, acompañadas con  
la sintomatología correspondiente, durante la prueba ergométrica o  
electroestimulación transesofágica.
En cuanto al valor clínico de las "palpitaciones" --en los pacientes  
con el intervalo QT corto, síndrome de Brugada, displasia  
arritmogénica del VD, o intervalo PR corto-- este síntoma puede  
indicar la necesidad de un tratamiento antiarrítmico más agresivo,  
sobre todo si se detectan arrítmias (en el monitoreo Holter, EEF,  
ergometria) o existen algunos factores de riesgo adicionales  
(síncopes, antecedentes familiares de la MS, alternancia de la onda T  
en los pacientes con síndrome del QT prolongado, etc.)

Dr . Leonid Macarov
Instituto de Pediatr ía y Cirugí a Infantil ( Moscú, Rusia)
leo @oss.ru

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Portugués

Estimado Dr.Vorotniak,

Considera que você mencionou um tema muito importante, a avaliação do  
valor prognóstico dos sintomas clínicos, que podem acompanhar as  
doenças com alto risco de MS. Em geral, as síncopes e as  
“palpitações”, que ocorrem nos pacientes com bloqueios AV de 2° e 3°  
graus e também nas síndromes do QT longo e Brugada, têm origem  
aritmogênica. Por este motivo, se indica o tratamento antiarrítmico  
agressivo (colocação de marcapasso, drogas antiarrítmicas, etc.) Sem  
dúvida, a muito se observa que os pacientes com bloqueios AV após o  
implante de marcapasso seguem com episódios sincopais e não se  
detectam arritmias durante a monitorização por Holter. A  
probabilidade das síncopes vasovagais nos pacientes com síndrome de  
Brugada  e QT longo ainda não está bem estudada. Em relação as  
“palpitações”  vale destacar que até 16% dos pacientes de todos os  
grupos dnosológicos podem apresentar este sintoma (Kroenke K et  
al.The prevalence of symptoms in medical outpatients and the adequacy  
of therapy. Arch Intern Med . 1990;150). Além disso, as “palpitações”  
nem sempre correspondem às arritmias. No ano de 1836, J. C. Willians  
mencionou que muitas vezes as “palpitações”, são consideradas,  
errôneamente, como equivalente das doenças cardíacas estruturais.  
Porém, não é assim, porque as influências do sistema nervoso  
desempenham um papel muito importante, tanto no estado normal, quanto  
como durante alguma doença. Segundos diferentes dados, nos 35% a 85 %  
dos casos de “palpitações”, se registra um ECG normal.


1.     Baratta L, Maffe o N , Tubani L, Paradiso M, Molaioni C ,  
Coppotelli L, Lagana B, Mastrocola C , Cordova C. Arrhythmias in the  
aged : prevalence and correlation with symptoms]. Recenti Prog Med  
1996 Mar;87(3):96–101.
2.     Goldberg AD, Raftery EB, Cashman PM. Ambulatory  
electrocardiographic records in patients with transient cerebral  
attacks or palpitation. Br Med J 1975 Dec 6;4(5996):569–71.
3.     Hashimoto T., Fucatani M., et al. Effects of stending on the  
of Paroxysmal Supraventricular Tachycardia. JASS. — 1991. –Vol. 17. – 
N 3. — p. 650–695.

Nossos dados da população pediátrica mostram que 30% das  
“palpitações” têm sua origem não arritmogênica (Makarov e  
colaboradores. Pediatria (Moscou) 2005; 2: 4-8) e ocorrem por caussa  
psicológicas ou transtornos do sistema nervoso autônomo. Portanto,  
nós supomos que o padrão ouro para confirmar a origem arritmogênica  
das “palpitações” seria registrá-las o mesmo episódio ou provocar  
estas arritmias, acompanhadas com a sintomatologia correspondente  
durante o teste ergométrico ou cardioestimulação transesofágica.
Em relação ao valor clínico das “palpitações” – nos pacientes com  
intervalo QT curto, síndrome de Brugada, Displasia arritmogênica do  
VD, ou intervalo PR curto – este síntoma pode indicar a necesidade de  
um tratamento antiarítmico mais agressivo, sobretudo se se detectam  
arritmias (na monitorização do Holter, EEF, ergometria) ou existem  
alguns fatores de risco adicionais (síncopes, antecedentes familiares  
de MS, alternância da onda  nos pacientes com síndrome de QT longo,  
etc.)

Dr . Leonid Macarov
Instituto de Pediatria e Cirugia Infantil ( Moscou, Rússia)
leo @oss.ru



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> Español - Portugués
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> Español
>
> Estimados colegas,
> Me gustaría hacer algunas preguntas sobre el valor pronóstico de  
> las "palpitaciones" en los síndromes de Brugada y QT prolongado:
>
> Qué riesgo de MS corre un paciente joven sin enfermedad cardiaca  
> subyacente ni antecedentes heredo-familiares de MS, con un patrón  
> ECG del síndrome de Brugada (o QT prolongado) y episodios  
> autolimitados y aislados de "palpitaciones" (no registrados con el  
> monitoreo Holter)?
> Cómo seguimos la evaluación de este paciente, si en el estudio  
> electrofisiológico no se desencadena arrítmia ventricular?
> Existe alguna relación entre los síndromes mencionados e incidencia  
> de taquiarrítmias supraventriculares?
>
> Muy agradecido,
> Dr. Andriy Vorotniak
> Buenos Aires, Ar gentina
>
> ----------------------------------
>
> Portugués
>
> Estimados colegas,
> Eu gostaria de fazer algumas perguntas sobre o valor prognóstico  
> das "palpitações" nas síndromes de Brugada e QT longo:
>
>    1. Que risco de morte súbita tem um paciente jovem sem doenças  
> cardíacas nem antecedentes heredo-familiares de MS, com um ECG com  
> padrão de Brugada (ou QT longo) e episódios autolimitados de  
> "palpitações" (não registrados com a monitorização por holter)?
>    2. Como prosseguimos a avaliação deste paciente, se no estudo  
> eletrofisiológico não for desencadeada arritmia ventricular?
>    3. Existe alguma relação entra as síndromes mencionadas e a  
> incidência de taquiarritmias supraventriculares?
>
> Muito agradecido,
> Dr. Andriy Vorotniak
> Buenos Aires, Ar gentina
>



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Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee

Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee




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