[SD-FORUM-LAT] 87E RE: Probable miocardiopatía hipertrófica apical - Provável miocardiopatia hipertrófica apical. Dr. Jamil
SCD Symposium
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Mar Oct 24 07:09:58 ART 2006
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Español
Estimado Luis Wolman:
Muchas gracias por presentar un caso tan interesante.
La miocardiopatía hipertrófica es relativamente común en Asia,
incluyendo a Bangladesh. Con respecto al tratamiento de su paciente,
éste no necesita ningún tratamiento activo por el momento. Pero ya
que su padre falleció súbitamente a edad temprana, necesita una mayor
evaluación para detectar un riesgo potencial de arritmia ventricular
maligna y MSC. De modo que, un EEF sería una buena opción para una
evaluación más profunda y para decidir si necesita CDI profiláctico
para la prevención de MSC. Muchas gracias.
Abdullah Al Jamil, MBBS, FCPS, MD
Electrophysiologist
Associate Professor of Cardiology
Bangabandhu Sheikh Mujib Medical University Shabag, Dhaka-1000,
Bangladesh
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Portugués
Caro Luis Wolman
Muito obrigado por apresentar uma história de um caso tão interessante.
Miocardiopatia Hipertrófica apical é relativamente comum na Ási
incluindo Bangladesh. A respeito do manejo do seu paciente, ele não
requer tratamento ativo no momento. Mas como seu pai morreu
subitamente numa idade prematura, ele necessita maior avaliaçãopara
detectar risco potencial de arritmias ventriculares malignas e MCS.
EEF seria uma boa escolha para uma melhor avaliação e decisão sobre o
CDI profilático para prevenção de MCS. Muito obrigado
Abdullah Al Jamil, MBBS, FCPS, MD
Eletrofisiologista
Professor Associado de Cardiologia
Bangabandhu Sheikh Mujib Medical University
--
Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee
Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee
>
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>
> Español
>
> Hola amigos del cyberespacio: Felicitaciones y gracias por este
> nuevo gran evento y deseo consultar por la mejor conducta a seguir
> en el siguiente caso clinico: Se trata de un paciente de 56 anios,
> que consulto hace 10 anios por rutina. En ese momento tenia un ECG
> muy patologico, con ondas T negativas y enormes en toda la cara
> anterior. Se realizo Ergometria, Eco 2 D, Holter y
> coronariografia, siendo todos estos estudios normales. Desde
> entonces se repiten los estudios anualmente, estando totalmente
> asintomatico. El ecg persiste sin cambios y los dos ultimos ecos,
> informan: hipertrofia ventricular apical. Una camara gamma con
> spect, no informa de la presunta hipertrofia apical. Esta planeado
> realizar una Resonancia cardiaca. La pregunta es: debe este
> paciente recibir algun tratamiento? por ej: b bloqueantes?
> En principio yo habia pensado que se trataba de un caso de
> miocardiopatia hipertrofica genetica ( troponina?) sin el
> fenotipo. Hoy no se si eso es correcto. Desearia vuestra opinion
> acerca de la conducta a seguir. El padre del pte, fallecio a los
> 56 anios, subitamente, pero no se sabe si era un pte coronario y
> los hijos del pte por ahora no presentan patologia alguna. Muchas
> gracias de Luis Wolman
>
> Portugués
>
> Olá amigos do ciberespaço: Felicitações e agradecimentos por este
> novo grande evento e desjo consultar qual a melhor conduta a seguir
> no seguinte caso clínico: trata-se de um paciente de 56 anos, que
> consutou há dez anos como rotina. Naquele momento tinha um ECG
> muito patológico, com ondas T negativas e grandes em toda a perede
> anterior. Realizou ergometria, eco bidimensional, Holter e
> coronariografia, sendo todos estes estudos normais. Desde então,
> repete os estudos anualmente, estando totalmente assintomático. O
> ECG persiste sem mudanças e os dois últimos ecos demonstram:
> hipertrofia ventricular apical. Uma cintilografia com SPECT não
> demonstra a suposta hipertrofia apical. Está planejado realizar uma
> ressonância cardíaca. A pergunta é: Este paciente deve receber
> algum tratamento? Por exemplo betabloqueadores?
> Em princípio havia pensado que se tratava de um caso de
> miocardiopatia hipertrófica genética (troponina?) sem o fenótipo.
> Hoje não sei se isto está correto. Gostaria da vossa opinião sobre
> a conduta a seguir. O pai do paciente faleceu aos 56 anos
> subitamente, mas não se sabe se era um paciente coronariano, e os
> filhos do paciente por enquanto não apresentam nenhuma patologia.
>
> Muito Obrigado
>
> Luis Wolman
------------ próxima parte ------------
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