[AF-FORUM] 159R Cardioversão eletrica. Dr. Iabluchansky
ATRIAL FIBRILLATION SYMPOSIUM
info em af-symposium.org
Sábado Outubro 24 18:12:22 ART 2009
Já participei em uma discução parecida e queria destacar que a descarga
elétrica é PRINCIPALMENTE diferente do esimulo com a amplitude próxima a
fisiológica. Depois da descarga segue a asistolia e logo depois de esta
asistolia, um rítmo novo.
Acredito que qualquer teoria deve ser tratada dentro de um marco de
supostos, que se usaram paa a construção de esta teoria.
Temos que ver o mundo tal como e e não colocar-le uns ideologismos.
A experiência da cardioversão elétrica com um ou outro tipo de
cardiodesfibriladores fala a favor de minha hipótesis.
Dr. Mykola Iabluchansky
> Perdoem que não este de acordo....
>
> Mais segundo minha pouca experiência em Electrofisiologia o período de
> supernormaliadade, existe desde faz muito mais tempo que o
> desfibrilador e se explica a possibilidade de desencadear arritimias
> repetitivas por caida de estimulos em esse período de tempo por
> mecanismos de Trigger Activity em fase 3.
>
> Recomendo revisar o livro de mecanismo de Arritmias de Douglas Zipes
> onde se aclara muito bem este assunto. Eu só perguntava como faz uma
> equipe para reconhecer que o estimulo de CV não caia em onda T e seja
> o desencadeante de uma arritimia muito mais complexa que a FA.
>
> Creio entender que dão a descarga sem importar onde caia o estimulo,
> ja que não podem saber... e que até agora não tiveram nenhuma
> complicação, mais isso não os exonera de estar fazendo de forma
> errada, desdo ponto de vista electrofisiológico.
>
> Dr Mauricio Rondón
> Seção de Electrofisiología e Marcapassos
> Serviço de Cardiología - HUC
> Chefe de Emergência do HUC
> CI: 3.922.713 MSAS: 15.991
> Telef: 0414-1000298
>> Estimado Dr. Alexandre Cezimbra:
>> Não vejo nada tão terrivel em usar a descarga não sicronizada com o
>> complexo QRS. A razão é simples: em 20 anos de usar a descarga não
>> sicronizada, em NENHUM CASO se induziu a fibrilação ventricular.
>> Evidentemente, a probabilidade de esta complicação é muito exagerada.
>>
>> Médico-anestesista
>>> E que acontece quando se provoca FV ao não sicronizar a descarga
>>> com o clompexo QRS?
>>>
>>> Dr. Cezimbra
>>>
>>
>>
>
>
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