[SD-FORUM-LAT] 60S RE Paro cardiorespiratorio y muerte súbita cardíaca - Parada cardiorespiratória e morte súbita cardíaca. Dr. Sanchez Verduzco

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Jue Oct 19 19:44:26 ART 2006


Español - Portugués

Español

No le veo mucha complicación ni siquiera semántica a lo que se  
considera como paro cardiaco o mejor dicho, paro cardiorrespiratorio,  
sea por la causa que sea. simplemente puede considerarse como que  
todo aquel paciente que requiere de reanimación cardiorrespiratoria  
es porque tiene: falta de gasto cardiaco efectivo.

Dr. Miguel Angel Sánchez Verduzco
medicina intensiva. Guadalajara jalisco México

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Portugués

Não se vê muita complicação nem se quer semântica ao que se considera  
como parada cardíaca ou melhor, parada cardiorespiratória, seja por  
que causa for. Simplesmente pode se considerar que todo aquele  
paciente que requer reanimação cardiorespiratória é por que tem:  
falta de gasto cardíaco efetivo.

Dr. Miguel Angel Sánchez Verduzco
medicina intensiva. Guadalajara jalisco México


--
Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee

Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee


>
> Españoi - Portugués
>
> Español
>
> Desde un cierto punto de vista, el paro cardiaco es el momento de  
> la muerte, aunque todos sabemos que existe un margen entre la  
> muerte cerebral, considerada legalmente en muchos países como la  
> "muerte" propiamente dicha, y el paro cardiaco o en su defecto, las  
> taquiarritmias que condicionan bajo gasto. Sería necesario  
> diferenciar también las TV/FV de la actividad eléctrica sin pulso o  
> la asistolia como causa de la muerte. Sabemos que en muchas  
> ocasiones son un continuo que se trata de detener con diferentes  
> intervenciones que tienen un éxito variable según su oportunidad y  
> eficacia.
> Desde mi muy personal punto de vista, la diferencia puede ser más  
> semántica que de orden práctico, debido a la gran cantidad de  
> variables que hay que tomar en cuenta: ¿Consideramos el paro  
> cardiaco como la desaparición del pulso? sin embargo muchas veces  
> hay TV o FV, ¿porqué se puede iniciar la RCP aún cuando aún hay  
> pulsos lentos (ritmos de escape o bloqueos AV en el ECG)?  
> Nuevamente nos involucramos en una discusión de términos muy  
> difíciles de definir por la cantidad de conceptos fisiopatológicos  
> y sobre todo, por la "dinamicidad" de los eventos y sus secuencias.  
> ¿Qué opinan los expertos?
>
> Enrique Asensio L.
> México
>
> -------------------------
>
> Portugués
>
> De um certo ponto de vista, a parada cardiorespiratória é o momento  
> da morte, ainda que todos saibamos que existe uma margem entre a  
> morte cerebral, considerada legalmente em muitos países como a  
> "morte" propriamente dita, e a parada cardíaca ou em seus  
> desfechos, as taquiarritmias que que condicionam baixo gasto. Seria  
> necessário diferenciar também as TV/FV da atividade elétrica sem  
> pulso ou da asistolia como causa da morte. Sabemos que em muitas  
> ocasiões são um contínuo
> que temos que deter com diferentes intervenções e que têm um exito  
> variável segundo a oportunidade e a eficácia. Do meu ponto de vista  
> muito pessoal, a diferença pode ser mais semântica do que de ordem  
> prática, devido a grande quantidade de variáveis que têm que ser  
> levadas em conta: Consideramos a parada cardíaca como o  
> desaparecimento do pulso? sem dúvida muitas vezes a parada cardíaca  
> há TV ou FV, porque? pode se iniciar a RCP ainda quando há pulsos  
> lentos (ritmos de escape ou bloqueios AV no ECG)? Novamente nos  
> voltamos a uma discussão de término muito difícil de definir pela  
> quantidade de conceitos fisiopatológicos e sobre tudo, pela  
> "dinamicidade" dos eventos e suas sequências. Qual a opinião dos  
> especialistas?
>
>
> Enrique Asensio L.
> México
>
>>
>> Español - Portugués
>>
>> Español
>>
>> Estimados colegas: Me dirigo a esta lista por como primera cosa
>> quisiera aclararme determinados conceptos relacionados con el tema de
>> discusion.
>> He revisado varias articulso, libros y revistas y no es muy claro en
>> este sentido. Por ejemplo: las guias españolas para RCP mencionan
>> que existe un limite muy estrecho y arbitrario entre los conceptos de
>> paro cardiorespiratorio y el de muerte subita cardiaca dejando uno
>> para limites estadisticos y el de paro  cardiorespiratorio como un
>> enfoque clinico del problema.
>> Mi pregunta para los expertos:
>> ¿Existe alguna manera de delimitar ambos conceptos o efectivamente se
>> imbrican de manera tal que se puedan usar indistintamente en estudios
>> y trabajo afines?.
>> Otros autores señalan "reanimado de una muerte súbita cardiaca"
>> ¿Sera reanimado de un paro cardiaco? ¿No es a caso la muerte
>> precisamente eso, "muerte"?
>>
>> Con la esperanza de aclarme este dilema quedo de Uds. agradecido:
>>
>> Dr. Oscar Ruiz Ropero
>> Intensivista
>> Hospital General Docente. Guantanamo. Cuba.
>>
>> -----------
>>
>> Portugués
>>
>> Prezados colegas:
>> Me refiro a esta lista como primeira coisa gostaria que escareçam  
>> determinados conceitos relacionados com o tema de discussão.
>> Revisei v[arios artigos, livros e revistas e não está muito claro  
>> neste sentido. Por exemplo: os consensos espanhois para RCP  
>> mencionam que existe um limite muito estreito e arbitrário dentre  
>> os conceitos de parada cardiorespiratória e morte súbita cardíaca   
>> deixando um para limites estatísticos e o de parada  
>> cardiorespiratória como o enfoque clínico do problema.
>> A minha pergunta para os especialistas:
>> Existe alguma maneira de delimitar ambos os conceitos ou  
>> efetivamente se embricam de maneira tal que possam ser usados  
>> indistitamente em estudos e trabalhos e afins?
>> Outros autores assinalam "reanimado de uma morte súbita cardiaca"
>> Será reanimado de uma parada cardíaca? Não é o caso a morte
>> é precisamente isto, "morte"?
>>
>> Com a esperança de esclçarecer este dilema fico agradeci a vocês.
>>
>> Dr. Oscar Ruiz Ropero
>> Intensivista
>> Hospital Geral Docente. Guantanamo. Cuba.

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