[AF-FORUM] 162S Cardioversão elétrica. Dr. Rondón
ATRIAL FIBRILLATION SYMPOSIUM
info em af-symposium.org
Terça Outubro 27 18:32:12 ART 2009
Dr. Iabluchansky
Também, ao igual que você, participei de mil discuções para fazer
coisas, que pensamos que a fazemos bem e posteriormente percebemos que
estavamos cometendo erros.
Não discuto que seja efetiva ou não a cardiversão sicronizada em
reverter a FA, o problema está no atordoamento elétrico e a
possibilidade de desencadear arritimias malignas.
Você nunca há presenciado quando fazemos uma indução de FV nos implantes
de ICD, o fazemos com choque sobre T (Shock on T) ou corrente direta
(DC) com a finalidade de descarregar essa corrente, a qual é muito
maior que a fisiológica (1 a 2 Joule) e conseguimos induzir facilmente
FV em estes pacientes para que o ICD consigua essa arritimia e permita
sua descarga e com isto conseguir o umbral de desfibrilação. Então é
fácil que qalquer carga, por mais atordoante que seja desdo ponto de
vista cardiaco e que consigua asistolia, não consigua levar todas as
células a potenciais iguais e permite disperção temporal da
repolarização com PR diferentes em todo o miocardio, que poderiam
permitir o estabelecimento de arritimias malignas.
Eu entendo e em muitas ocasiões em minha juventude, fizemos
cardioversões com equipamentos HP que permitiam a movilização do trigger
de disparo da corrente, permitindo que escolheramos o lugar entre a R
até a T para permitir a descarga, mais isto saiu do mercado e na
atualidade eistem os sistemas bifásicos que evitam o burping celular com
a pendente bifásica e isto faz que sejam mais efetivas, sicronizadas ou não.
Igualmente entendo, que afinalidade dos Symposium, é tratar de corregir
as condutas que fazemos e que deixamos de fazer, para conseguir, ter um
consenso da informação a levar como condutas posteriores e não pode ser
que sua teoria de cardioverter sem sicroizar, seja a tomada em
consideração por ser sua teoria e não por ser a conduta
eletrofisiológica que devemos fazer, o que temos treinado e aprendido
das teorias eletrofisiológicas que devemos manter. Tenho bem claro que a
resposta do coração pode ser asistolia e depois arrancar com RS, isto é
esperado, mais a forma de conseguir-lo não pode ser a sua explicação
mesmo quando seja efetiva.
Respeito a conduta, mais não entendo a proposição
Dr Mauricio Rondón
Seção de Electrofisiología e Marcapassos
Serviço de Cardiología - HUC
Chefe de Emergência del HUC
CI: 3.922.713 MSAS: 15.991
Telef: 0414-1000298
> Estimado Dr. Mauricio Rondón:
>
> Apesar da teoria e a época de novos desfibriladores, eu não seria tão
> rígido neste assunto, já que uma descarga elétrica é muito difernete
> de uma estimulação fisiológica (por exemplo, uma extrasistole) ou uma
> cardioestimulação. A descarga elétrica para o coração e o rítmo novo
> começa depois da asistolia. Assim que, elaboraremos nossas hipótesis
> apartir dai.
> Saudações cordiais.
> Dr.Mykola Iabluchansky
>> Perdoem que não este de acordo....
>>
>> Mais segundo minha pouca experiência em Electrofisiologia o período
>> de supernormaliadade, existe desde faz muito mais tempo que o
>> desfibrilador e se explica a possibilidade de desencadear arritimias
>> repetitivas por caida de estimulos em esse período de tempo por
>> mecanismos de Trigger Activity em fase 3.
>>
>> Recomendo revisar o livro de mecanismo de Arritmias de Douglas Zipes
>> onde se aclara muito bem este assunto. Eu só perguntava como faz uma
>> equipe para reconhecer que o estimulo de CV não caia em onda T e seja
>> o desencadeante de uma arritimia muito mais complexa que a FA.
>>
>> Creio entender que dão a descarga sem importar onde caia o estimulo,
>> ja que não podem saber... e que até agora não tiveram nenhuma
>> complicação, mais isso não os exonera de estar fazendo de forma
>> errada, desdo ponto de vista electrofisiológico.
>>
>> Dr Mauricio Rondón
>> Seção de Electrofisiología e Marcapassos
>> Serviço de Cardiología - HUC
>> Chefe de Emergência do HUC
>> CI: 3.922.713 MSAS: 15.991
>> Telef: 0414-1000298
>>> Estimado Dr. Alexandre Cezimbra:
>>> Não vejo nada tão terrivel em usar a descarga não sicronizada com o
>>> complexo QRS. A razão é simples: em 20 anos de usar a descarga não
>>> sicronizada, em NENHUM CASO se induziu a fibrilação ventricular.
>>> Evidentemente, a probabilidade de esta complicação é muito exagerada.
>>>
>>> Médico-anestesista
>>>> E que acontece quando se provoca FV ao não sicronizar a descarga
>>>> com o clompexo QRS?
>>>>
>>>> Dr. Cezimbra
>>>>
>>>
>>>
>>
>>
>
>
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