[AF-FORUM] 60E FA y trombo. Dr. Levine
ATRIAL FIBRILLATION SYMPOSIUM
info em af-symposium.org
Sexta Outubro 16 16:41:07 ART 2009
Prezado Dr. Cezimbra:
Este é um paciente que representa um desafio. Sempre é difícil quando um
médico encontra pela primeira vez o paciente no meio de sua doença. A
luz dos descobrimentos no eco, eu continuaria com a anticoagulação oral
neste paciente, até o momento em que
Desenvolve a contra-indicação (recorrência de hematúria significativa,
hemorragia gastrointestinal ou instabilidade física e tendências a
queda) e me veria obrigado a parar. Sempre existe a preocupação de que o
trombo sésil (móvil) se desprenda da sua base e embolize, mais creio que
sería prematuro enviar o paciente para cirurgia a coração aberto em um
esforço para recuperar o trombo. Eu continuaría com anticoagulação para
evitar a formação de trombos adicionais no trombo já presente, o que
permitiria que o tecido fibroso segure o trombo no lugar para faze-lo
inclusive mais forte.
Enquanto se tratava da FA, a frequência cardíaca que obtive no momento
da visita ao consultorio foi em repouso.Gostaria de avaliar o grau de
controle da frequência que estava presente com a FA. Por tanto, obteria
um monitoramento Holter de 24 horas e inclusive um teste de tolerância
ao exercício. Em este grupo etário, procuraria duas coisas. uma é
isquemia, mais a segunda e potencialmente mais importante neste momento,
é quando controlada está a resposta ventricular a catecolaminas
endógenas que se associam com o exercício.
Portanto, se este paciente precisa de um beta bloqueador ou um
bloqueador do canal de cálcio para ajudar a controlar a resposta
ventricular ao esforso físico.
Ao mesmo tempo, me preocuparia que o paciente pode ja haver
experimentado uma ou mais embolias menores. Falar repetitivamente é um
sinal de demência em desenvolvimento ou outro problema neurológico? É
somente em função de sua idade?
Eu, no mínimo, o levaria a um neurologista para ser avaliada e acessorado.
Confiaria nesta consulta para determinar se uma tomografia ou um IRM
seríam úteis, supondo que estão disponíveis e que o paciente possa pagar
o estudo. Confiaria que o neurologista façaa os testes adequados para
determinar o que se passa na cabeça do paciente.
Além do neurologista, derivaria o paciente a uma intenação ( se ainda
nao tivesse um médico de asisstência primária) para realizar uma
evaluação completa.
¿Existem outras comorbidades (híper-tensão, diabetes, doenças
pulmonares, doença renal com história de hematuria a pesar de sua
ausência no presente…)?
Estas terá um papel em qualquer recomendação para um tratamento futuro.
Uma vez que toda a informação está disponível, então é o momento de
sentar-se com o paciente e seus familiares para discutir as opções.
Se a consulta neurológica sugeriu que o problema neurológico atual se
deve a múltiplas microembolias, eu estaria inclinado a recomendar uma
cirurgia na tentativa de eliminar o trombo; No entanto, se seu problema
neurológico é uma demência precoce, Eu seria muito reticente a submeter
este paciente a um procedimento coração aberto, plenamente consciênte (
e discutindo isto com a família) de que se o tronco móvel se romper e
embolizará por si mesmo, isto podia resultar em um ACV maior ou mesmo fatal.
Espero comentários de outros participantes deste congresso.
Paul A. Levine MD, FHRS, FACC, CCDS
Vice President, Medical Services
Tel: 1-818-493-2900 Fax: 1-818-362-2242
plevine em sjm.com
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