[AF-FORUM] 38S Arterioesclerosis e FA. Dr. Rondon

ATRIAL FIBRILLATION SYMPOSIUM info em af-symposium.org
Terça Outubro 13 19:59:04 ART 2009


Dr. Pereira......
 
Você nos pôs em um verdadeiro conflito mental, ja que a 
arterioesclerosis como tal, tem implicações em todos os sistemas e 
orgãos, mais sua e`xplicação pode ser uma caixa de pandora, ja que 
poderia dizer-le:
Lugares de fibrosis intraatrial
Mecanismo de canal de sódo, potássio alterados por isquemia tissular atrial
Transtorno da pressão diastólica final de VI que repercutem na pressão 
dentro do átrio
Igualmente essa pressão aumentada, favorece remodelagem elétrico e 
mecânico do átrio
Mudanças nos tempos com refratariedade tissular atrial dispersa 
favorecendo circuitos  reentrantres
Mudanças nos tempos cheio avaliádos no eco,traduzindos nas ondas E e A 
do doppler transmitral
 
Em fim, poderíamos atribuir qualquer de esses parâmetros ao que acontece 
na FA e como explicar suas mudanças(um paciente melhor que o outro)
é algo bem complexo, sabendo que existem pacientes com a mesma dose de 
medicação, uns respondem espetácularmente, e outro se mantem em FA
apesar de terem parâmetros clínicos mais ou menos parecidos.
 
Em quanto ao  tempo de anticoagulação posterior a reversão RS, pelo 
menos oque fazemos em nosso hospital è aplicar os
critérios de ACUTE, na qual mantermos o anticoagulante pelo menos 4 a 6 
semananas depois da reversão e praticamos ecocardiograma
para evaluar a condição das câmaras pós reversão.-Se vemos sinal de 
fumaça (smoke sing) teremos diâmetros maiores a 4.5 cms no átrio
esquerdo, manteremos o anticoagulante.- Se estes parâmetros estão 
corregidos, eliminamos o medicamento e colocamos aspirina ou Clopidogrel
como mantimento.
Espero haver ficado bem com você e suas perguntas e gostaria que outros 
agreguem mais informacões a respeito,
ja que na FA existe ainda muita tecido que cortar..........
 
Saudações
 
Dr Mauricio Rondón
 > Sessão de Eletrofisiologia e Marcapassos
 > Serviço de Cardiologia - HUC
 > Chefe de Emergência do HUC
 > CI: 3.922.713 MSAS: 15.991
 > Telef: 0414-1000298
> Sinto não haver podido seguir este simpósio com rigurosidade em termos 
> de deicação e tempo que se merece. Desejo felicitar a todos os que o 
> oranizaram e participaram, e fazer duas perguntas-comentários:
> a) Existe algo estudado sobre se a arterioesclerosis, em seu carácter 
> de doença sistematica, gere algum mecanismo para a produção de 
> fibrilação atrial? A pergunta vem a propósito de pacientes a quem 
> consiga reverter farmacológicamente de sua F.A e tinham obstruções 
> importantes cariotídeas e membros inferiores. Em varios casos 
> similares o rítmo sinusal se há mantido com medicação. Qual seria a 
> explicação?
> b) Um paciente que tenha revertido a rítmo sinusal, ja seja elétria ou 
> farmacológicamente, e que mantenha o rítmo adequado, Quanto tempo de 
> anticoagulação se recomendaria amnter?
> Cordial saudações e felicidades novamente.
> Luciano Pereira
> Paraguay
>



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