[AF-FORUM] 9S Anticoagulação em jóvem de 28 anos. Dr. Rondon
ATRIAL FIBRILLATION SYMPOSIUM
info em af-symposium.org
Sábado Outubro 10 01:21:31 ART 2009
Estimados amigos.....
Este caso, parece muito interessante, ja que com igual casualidade no
dia de hoje recebemos em nosso Hospital algo parecido e parece
encaixar-se no Dx de Hollyday Heart Syndrome.
Minha opinião em quanto ou maneijo:
1- Por que anticoagular a um paciênte, em quem não tenho nenhuma
evidência de cardiopatia estructural prévia, ainda quando estou certo da
predisposição de este paciênte a miocardiopatia alcohóolica e que a
remodelagem tanto eléctrico como estructural da FA aguda, pode ser visto
em muitos paciêntes, mais não lei estudos que demonstrem benefícios da
anticoagulação em estes pacêntes somado a que também não se descreve o
tempo da mesma. - Alguns dão 4 a 6 semanas e logo suspendem, pela
remodelagem elétrico e a possibilidade de recidivas da FA.
2. Também não esta estipulado que dar betabloqueantes em esta população
seja muito benéfico por que também não sabemos quanto é o tempo que
requerem para obter esses benefícios
Sabemos da modulação do tom simpático em estes paciêntes e que o
Betabloqueante diminue esse tom e a irritabilidade atrial a novos
eventos de FA.
Igualmente praticaria um Ecocardiograma e evaluaria os diâmetros de AE
(> 45mm) e a possibilidade de eco espontâneo (sinal de fumaça) e
verificar se isto está presente e então se estaria claro da indicação de
anticoagulação pelo risco tromboembólico assim como a possibilidade de
recidivas da FA.
Saudações e agradecimento aos convidados, por sua qualidade docente.
Dr Mauricio Rondón
Seção de Electrofisiología e Marcapassos
Serviço de Cardiología - HUC
Chefe de Emergência do HUC
> Felicidades pelo nível das exposições!
> Queria consultar sobre a anticoagulação de um paciênte de 28 anos que
> concorre ao serviço de emergência logo de começar uma semana antes com
> palpitações rápidas que aparecem depois de uma ingesta alcohóolica que
> chega a embriagez. Sendo que no momento da consulta se emcontrava
> muito sintomático, com palpitações e disnea e constatando-se uma FA de
> quase 200 latidos por minuto, se procede a cardiovertilo eléticamente
> logo de constatar ausência de trombos por ecocardiografia e
> anticoagular-lo com heparina. Recupera o rítmo sinusal e se inicia
> anticoagulação oral com acenocumarol. O paciênte carecia de todo tipo
> de antecedentes patológicos, a função tiroideia era normal e não se
> constataram alterações estruturais no ecocardiograma.
> Se o deixou medicado com atenolol 50 mg\dia e anticoagulado com um RIN
> em rangos entre 2 e 3.
> Leva 3 meses em rítmo sinusal, totalmente asintomático e no Holter não
> se detectaram extrasístoles.
> A pergunta é se vocês houvecem iniciado anticoagulação com
> dicumarínicos, a mantendriam e coontinuariam com o mesmo? Neste último
> caso, porquanto tempo?
> E se o deixariam com B bloqueantes?
>
> Obrigado antecipadamente
>
> Dr. José Aramburu
> Argentina
>
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