[SD-FORUM-LAT] 30E RE: Paciente asintomático con síndrome de Brugada - Paciente assintomático com síndrome de Brugada. Dr. Perez Riera
SCD Symposium
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Lun Oct 16 11:32:04 ART 2006
Español - Portugués
Español
Estimado Dr. Sunil Roy, MD, DM de la India.
Soy Andrés Ricardo Perez Riera. ¿Usted le preguntó a Ramón Brugada si
existe algún papel para las ondas T alternantes de microvoltaje para
las estratificaciones de riesgo y para decidir la necesidad de un CDI?
Las ondas T alternantes (OTA) no evalúan el riesgo arrítmico en
pacientes con Síndrome de Brugada (SBr). No es una prueba apropiada
para detectar el riesgo arrítmico en pacientes con SBr (1).
Ikeda y cols., inscribieron 124 sujetos consecutivos con ECG tipo
Brugada. Los índices pronósticos incluyen: edad, sexo, historia
familiar de MS, episodios sincopales, supradesnivel del segmento ST
Tipo 1 espontáneo, magnitud máxima de supradesnivel del segmento ST,
cambio espontáneo en el segmento ST, QRSd medio, intervalo QT máximo,
dispersión QT, PTs por ECG de señales promediadas y OTA.
De los 12 índices de riesgo, sólo la historia familiar de MS, los
episodios sincopales, el supradesnivel del segmento ST Tipo 1
espontáneo, el cambio espontáneo en el segmento ST y PTs tuvieron
valores significativos (2). La OTA no calcula el riesgo arrítmico.
Referencias.
1) Kirchhof P, Eckardt L, Rolf S, T wave alternans does not
assess arrhythmic risk in patients with Brugada syndrome. Ann
Noninvasive
Electrocardiol. 2004;9:162-165.20
2) Ikeda T, Takami M, Sugi K, et al. Noninvasive risk stratification
of subjects with a Brugada-type electrocardiogram and no history of
cardiac arrest. 20 Saludos AndrE9s Ricardo PE9rez Riera20 Chief of
Electro-Vectocardiology Sector of the Discipline of Cardiology,ABC
Faculty of Medicine (FMABC), Foundation of ABC (FUABC)- Santo AndrE9 -
SE3o Paulo - Brazil. Rua SebastiE3o Afonso 885 - Zip
Code: 044417-100- Jardim Miriam S.P.- Brazil - Phone: 5504-6243 Fax:
5506-0398.
Cordialmente,
Andrés Ricardo Pérez Riera
Chief of Electro-Vectocardiology Sector of the Discipline of
Cardiology,ABC Faculty of Medicine (FMABC), Foundation of ABC (FUABC)-
Santo AndrE9 -SE3o Paulo - Brazil. Rua SebastiE3o Afonso 885 - Zip
Code: 044417-100- Jardim Miriam S.P.- Brazil
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Portugués
Caro Dr. Sunil Roy. MD, DM da Índia. Aqui é Andres Ricardo Perez
Riera. Você perguntou ao Ramon Brugada sobre se existe algum papel
para a microalternância da onda T na estratificação de risco e para
decidir a necessidade de CDI?
A alternância da onda T (TWA) não acessa o risco arrítmico em
pacientes com síndrome de Brugada (SBr). Este não é um teste
apropriado para detectar o risco arrítmico em pacientes com SBr (1).
Ikeda et al. registraram 124 indivíduos consecutivos com ECG tipo
Brugada
Os índices prognósticos incluem: idade, sexo, história familiar de
MCS, episódios de síncope,
Elevação espontânea do segmento ST tipo -1, máxima magnitude de
elevação do segmento ST, mudança espontânea do segmento ST, média da
dQRS, intervalo QT máximo, dispersão do QT, potenciais tardios no
ECGAR, e TWA. Dos 12 índices de risco, somente a história familiar de
MCS, episódios sincopais, elevação espontânea do segmento ST tipo -1,
mudança espontânea do segmento ST, e potenciais tardios tiveram
valores significantes (2). TWA não acessou o risco arrítmico.
Referências
1) Kirchhof P, Eckardt L, Rolf S, T wave alternans does not
assess arrhythmic risk in patients with Brugada syndrome. Ann
Noninvasive Electrocardiol. 2004;9:162-165.20
2) Ikeda T, Takami M, Sugi K, et al. Noninvasive risk
stratification of subjects with a Brugada-type electrocardiogram and no
history of cardiac arrest. 20
All the best
AndrE9s Ricardo PE9rez Riera20
Chief of Electro-Vectocardiology Sector of the Discipline of
Cardiology,ABC Faculty of Medicine (FMABC), Foundation of ABC (FUABC)-
Santo AndrE9 -SE3o Paulo - Brazil. Rua SebastiE3o Afonso 885 - Zip
Code: 044417-100- Jardim Miriam S.P.- Brazil
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Dr. Sergio Dubner
President of Scientific Committee
Dr. Edgardo Schapachnik
President of Steering Committee
>
> Español - Portugués
>
> Español
>
> Estimado Dr. Ramón Brugada:
> Como Ud. ha argumentado en su respuesta a la pregunta sobre los
> pacientes asintomáticos con síndrome de Brugada, el uso del EEF
> para la estratificación de riesgo de los pacientes asintomáticos es
> muy polémico. El primer síntoma puede ser la muerte súbita en tales
> pacientes. En tal contexto, ¿hay algún papel para la onda T
> alternante de microvoltaje para la estratificación de riesgo y para
> decidir si existe la necesidad de CDI?
>
> Dr. Sunil Roy. MD, DM
> Senior Lecturer in Cardiology
> Medical college, Calicut, Kerala, India
> Email: sunilroytn en calicutmedicalcollege.ac.in
>
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>
> Portugués
>
> Caro Dr. Ramon Brugada,
> Como você discutiu na sua resposta a questão do paciente
> assintomático com síndrome de Brugada, o uso do EEF para
> estratificar o risco num paciente assintomático é muito
> controverso. O primeiro sintoma pode ser a morte súbita em tais
> pacientes. Neste cenário existe algum lugar para a microalternância
> de onda T na estratificação de risco e na decisão da necessidade de
> CDI?
>
> Dr. Sunil Roy. MD, DM
> Senior Lecturer em Cardiologia
> Colégio Medico, Calicut, Kerala, Índia
> Email: sunilroytn en calicutmedicalcollege.ac.in
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