[AF-FORUM] 81E Taquicardiomiopatia em paciente de 40 anos. Dr. Uuetoa

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Sexta Outubro 16 23:23:27 ART 2009


stimado Carlos Rodrigues Artuza:
 
Em nosso centro desenvolvemos nosso enfoque de procedimenos simultâneo.
Depois de colocar a derivação do VD(do lado esquerdo sempre na área 
septal do VD), estamos usando um introdutor de derivação do VE para 
inserir o catéter de ablação e ablacionamos o nódulo AV deste enfoque, a 
inserção subclávia esquerda. Geralente é bastante fácil. Não teremos 
deslocamentos da derivação do VD, mais se isto pode ocorrer, se pode 
usar o catéter de ablação para a estimulação temporal do VD. Depois da 
ablação do nódulo AV, continuamos com a derivação do VE. Se o enfoque 
transvenoso falha, sempre implantamos uma derivação epicárdica com a 
colaboração de qualquer ciurgião toráxico ou cardíaco, que pode realizar 
uma toraxicotomia. A derivação é implantada por um especialista em 
estimulação, que faz um túneo até a cavidade do marcapasso.Por tanto 
este enfoque não precisa de um cirurgião especialmente capacitado.
 
A ablação subclávia esquerda evita a necessidade de limpar 
simultâneamente duas áreas e salva tempo por não mover a área de 
operador ombro esquerdo para  área direita, e ambas derivações se 
controlam melhor pelo mesmo operador.
Se não se ablaciona o nódulo AV desde esse enfoque e se teme o 
deslocamento das derivações de estimulação durante a ablação do nódulo 
AV, também existe o enfoque retrógrado trans-arterial ao nódulo AV, e 
parece que para os VE sobre carregados e anatomías distorsionadas, este 
enfoque pode ser bastante fácil também. Não se tocaram as derivações de 
estimulação com os catéteres d ablação e não se pode deslocar-los.
 
Cordialmente,
 
Hasso Uuetoa
Estonia


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