[AF-FORUM] 43E Taquicardiomiopatia em paciente de 40 anos. Dr. Levine

ATRIAL FIBRILLATION SYMPOSIUM info em af-symposium.org
Quarta Outubro 14 20:01:02 ART 2009


Um paciente com fibrilação atrial permanente, resposta ventricular 
pbremente controlada a pesar da terapia medica disponivel e 
insuficiência cardiaca progressiva e dsifunção ventricular (FEy 33%), 
seria um candidato maior a ablação do nodo AV. Isto requeriria 
estimulação permanente. A maioria destes pacientes melhorou com uma 
estimulação do ápice do VD com a sequência de ativação ventricular 
desordenada, se comparou com a estimulação biventricular, os pacientes 
com TRC melhoraram mais a largo prazo se ja havia evidências de 
disfunção ventricular.
 
Ao realizar a ablação do nodo AV em este contexto, há havido informes de 
morte súbita inesperada num período precoz pós-albação, apesar do 
funcionamento normal do sistema de estimulação. A hipótesis em um 
remodelado elétrico. Então, pós-ablação, a estimulação ventricular a 
frequência basal usual de 60 ppm era muito baixa e predispunha a Torsade 
de Pointes. Com esta hipótesis, quantidades crescentes de medicos 
iniciam a estimulação a 90 ppm imediatamente pós-ablação e por um 
período de meses se retardam gradualmente as frequências  a frequências 
basais "normais" de 60 a 70 lpm.

Esta foi a população de pacientes estudados no ensaio PAVE: com resposta 
ventricular a FA pobremente controlada, a pesar de terapia farmacológica 
que se sometem a ablação do nodo AV. O estudo PAVE comparou a 
estimulação do ápice do VD com a estimulação biventricular. Um deveria 
considerar mesmo assim, aumentar a frequência basal nominal do 
marcapassos no período precoz pós-ablação.
 
Ref: Doshi RN, et al, Left Ventricular Based Cardiac Stimulation Post
AV Nodal Ablation Evaluation (The PAVE Study), J Cardiovasc
Electrophysiol, 2005; 16: 1160-1165


Outro enfoque seria ablacionar o nodo AV e logo usar estimulação 
estandar. Se o paciente mostra uma maior disfunção ventricular e 
agravamento da insuficiência cardiaca a pesar do controle da frequência, 
um poderia então passar o sistema a um sistema de TRC. Adjunto uma 
revisão que preparei em 2005 com respeito a atualização de VVI/DDD com 
estimulação ventricular significativa a TRC, com resultados que são 
similares ao implate de TRC de novo. Desde a apresentação de este 
resumo, há havido um par de artículos mais publicado com o mesmo assunto 
com conclusão similar.
 
Fazer click no seguinte vínculo para recuperar o arquivo. O vínculo 
vencera em 5 dias
http://www.grupoakros.com.ar/upload/files/00931210707/CRT.pdf
 
Paul A. Levine MD, FHRS, FACC, CCDS
Vice President, Medical Services
Tel: 1-818-493-2900 Fax: 1-818-362-2242
plevine em sjm.com


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