[AF-FORUM] 42E Ablação de nodo, pós-ablação de VP. Dr. Levine
ATRIAL FIBRILLATION SYMPOSIUM
info em af-symposium.org
Quarta Outubro 14 17:38:39 ART 2009
Considerando que agora se considera que o paciente tem fibrilação atrial
permanente, Por que se segue com o agente antiarrítmico propaferona
(Classe 1c)? Se este fora meu paciente, eu provavelmente interromperia o
agente antiarrítmico, devido que todas as drogas tem efeitos secundarios
e sem ter um benefício aparente, não há razão para continuar com a mesma.
As tiras de rítmo que foram adjuntad a pergunta original mostravam uma
resposta ventricular razoavel a FA, mais um registro assim se obtendra
em repouso. Qual é a resposta ventricular geral do paciente durante todo
o dia e são níveis leves a moderados de exercício?
Se isto não se conhece, eu recomendaria duas provas. A primeira
monitoreio Holter e 24 horas para avaliar a resposta ventricular média
durante o transcurso do dia. A segunda uma prova de tolerância ao
exercício, e em este aspecto, não busco sinais de isquemia, se não,
tento avaliar a tolerância ao exercício.
Pode ser que com uma mínima estimulação catecolaminégrica a respsta
ventricular a FA aumente rapidamente a niveis muito altos, o que
significa duas coisas. Uma é que a resposta ventricular não esta bem
controlada, e a segunda é que seria necessário aumentar a terapia
farmacológica para controlar melhor a resposta ventricular a FA. Se as
drogas não se toleram ou não são efetivas, então eu consideraria a
ablação do nodo AV com implante de marcapassos permanente.
Com respeito ao modo de estimulação, de chegar a este nivel, também
desejaria obter um estudo 2D eco Doppler para observar a função
ventricular. No ensaio PAVE, patrocinado por St. Jude Medical (FA
permanete, aclação do nodo AV de maneira que a estimulação era
obrigatória e logo os pacientes se randomizaram a estimulação apical do
VD (estandar) ou estimulação biventricular) em aqueles pacientes com um
fração de ejeção do VE ligeiramente reduzida, o grupo com estimulação
biventricular melhoru significativamente mais que os pacientes
estimulados implesmente desdo ápice do VD. Ninguem há estudado a este
mesmo grupo em relação a estimulação do tracto de saida do VD, mais esta
pode ser outra opção.
Ref: Doshi RN, et al, Left Ventricular Based Cardiac Stimulation Post
AV Nodal Ablation Evaluation (The PAVE Study), J Cardiovasc
Electrophysiol, 2005; 16: 1160-1165
Paul A. Levine MD, FHRS, FACC, CCDS
Vice President, Medical Services
Tel: 1-818-493-2900 Fax: 1-818-362-2242
plevine em sjm.com
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